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Apresentação feat ansiedade

Bom, a verdade é que a Frida ainda nem chegou (se tudo der certo, no sábado ela já estará aqui! Ansiedade mode on!!!) mas como mãe obsessiva e perfeccionista que eu sou, já comecei a arrumar toda a casa para o grande dia. 

Como mamãe de primeira viagem, acho que fiz bem a lição de casa. Procurei diversas informações na internet sobre a raça, ponderando se esta seria realmente ideal para as minhas condições atuais de mestranda vivendo em um flat de 40 m2. Vi todos os vídeos possíveis sobre maltês disponíveis no YouTube e já me sinto uma verdadeira PhD em teoria canina (resta a prova prática!! kkkk)

Encontrei muitas informações, de fato, mas senti falta de uma visão mais próxima assim sabe?! Tirando os tecnicismos, algo que me mostrasse como, de fato, é o dia-a-dia de uma pessoa morando sozinha com seu cãozinho. E esse foi um dos motivos que me levou a criar esse blog, onde pretendo compartilhar em detalhes essa rotina, mostrando tantos os lados bons quanto as dificuldades, que tenho certeza que irei encontrar pelo caminho. 

Talvez seja importante eu me apresentar. Me chamo Greta, sou advogada, estou longe de casa (sou de São Luís - MA), fazendo um mestrado em Psicanálise no Rio de Janeiro. Como já falei na crônica <Como me tornei uma criminosa>, moro sozinha, em um condomínio que, em sua convenção, não admite cachorros. Não estou exatamente burlando as regras, já que essa previsão é inválida, e a grande maioria dos tribunais dá ganho de causa para os moradores. Falarei mais desse assunto em um outro post, pois o assunto é extenso e polêmico. 

O fato é que o sonho da minha vida sempre foi ter um cachorrinho. Desde pequenina. Mas meus pais nunca quiseram cachorro em apartamento. Ok. Sempre respeitei a vontade deles. Acontece que, mesmo aqui, a mais de 2.000 km de distância, eles ainda querem me convencer de que isso é um erro. 

Enfim, me decidi contra a vontade deles, e to fazendo as coisas meio que na surdina sabe?! E isso tá me deixando com um pouco de medo das consequências. Mas vamos em frente. 

Por que optei pelo maltês? Primeiro, foram por algumas questões bem particulares mesmo. Sempre achei essa raça linda. Mas não foi isso que determinou. Eu precisava de um cãozinho pequeno, calmo, que pudesse passar alguns momentos sozinho durante o dia. Além disso, descobri uma coisa que pra mim foi determinante: o pelo do maltês praticamente não cai, sendo considerada mesmo uma raça hipoalergênica. Embora pra mim esta decisão tenha sido mais pensando na sujeira do que na alergia em si (quem sabe a dureza de limpar uma casa sozinha, me entenderá!! kkkk). 

Segundo motivo: o temperamento. Já conheço alguns cachorrinhos malteses e eles são simplesmente um amor. Super meigos e apegados à seus donos. Não costumam fazer muito barulho, quase não latem e adoram um colo. Pra criar um cachorro meio que "escondido", essas características pesam muuuuito. 

Por último, como sempre, temos os contras né?! Principalmente, o trabalho que o pelo dá para não embolar e algumas doenças de pele que costumam aparecer nessa raça. Mas já me preocupei tanto com tanta coisa, que to deixando isso um pouco pra frente. 

Entre os prós e contras, resolvi aventurar com uma baby maltês. Só resta esperar que a Frida seja boazinha e colabore com a mamãe. kkkkk Torçam pela gente! ❤️ 

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